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Para que a produção de leite no Brasil seja atividade economicamente rentável, os pequenos e médios produtores concentram sua demanda em vacas de perfil mais rústico e que sejam, ao mesmo tempo, altamente produtivas. Sem, contudo, deixar de associar essas duas características a outras também essenciais, como facilidade de ordenha, temperamento, produção de leite e seus componentes (gordura, proteina e sólidos), bem como à conformação corporal associadas à produção, sanidade e longevidade. 


Hoje, as pesquisas científicas são capazes de apontar os touros e as vacas com potencial genômico para produzir descendentes de excelência na produção de leite e com o dom de transmitir suas qualidades às gerações futuras. Isso, ao lado da aferição das lactações, indica quais são as famílias com mais consistência de genética produtiva, sinalizando os animais que devem ser multiplicados, tanto na reprodução do Gir Leiteiro quanto do Girolando Meio-Sangue Plus. O que vem justificar plenamente o uso das biotecnolgias da reprodução como ferramentas de trabalho.

Multiplicar animais inferiores é uma atitude improdutiva, dispendiosa e termina por não atender à demanda do mercado. O suporte da biotecnologia da reprodução permite multiplicar bons indivíduos, diversificar a composição genética e diminuir o intervalo entre gerações. Porém, para que os resultados satisfatórios sejam pluralizados na proporção esperada, a excelência genética dos animais é fator de capital importância.

 

A utilização das informações disponibilizadas pelo Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro vêm refletido-se positivamente no Programa de Melhoramento Genético do Girolando. A média de produção de leite por lactação nesse segmento, que, em 2000, era algo em torno de 4 mil quilos, ultrapassou, em 2018, os 6 mil quilos. No Gir Leiteiro, em 2000, a produção média era de 2 mil quilos e, em 2017, ultrapassou 4.600 quilos.

 

Ganhos foram obtidos e com grande respeito ao meio ambiente, como pode ser visto na redução da emissão de gás metano, que atingiu 40% no Girolando e 69% no Gir Leiteiro, conforme informação do Dr. Marcos Vinicius Gualberto Barbosa da Silva, pesquisador da Embrapa Gado de Leite. O pesquisador salientou também que, após o início do uso das tecnologias genômicas, foi possível enxergar os efeitos positivos nas duas raças, tanto para seleção de vacas quanto de touros. “Os ganhos obtidos nos rebanhos não podem, em hipótese alguma, ser perdidos por qualquer tipo de interrupção no processo de adoção e uso dessas tecnologias reprodutivas e genéticas” conclui Dr. Marcos.

 

O selecionador de Gir Leiteiro, o criador de Girolando e o produtor de leite com foco na alta produtividade a pasto para atingir rentabilidade econômica irão encontrar animais com mérito genético ‘Melhor Que a Encomenda’ demandada pelo mercado no leilão que acontecerá hoje, às 20:30 horas, com transmissão pelo Canal Terra Viva e retransmissão pela Remate Web.

 

No evento, serão ofertadas fêmeas Gir Leiteiro que ostentam o prestígio de serem descendentes da Fábrica FIV de Brasília, além de fêmeas Girolando que têm sua origem no acasalamento dos melhores touros Holandeses da atualidade com vacas que compõem as famílias mais produtivas do Gir Leiteiro.

Brancura FIV do Basa, novilha que é lote do Leilão Melhor Que a Encomenda, evento que acontecerá amanhã, dia 29 de abril, às 20:30 horas, com transmissão pelo Canal Rural, e retransmissão pela Remate Web, é filha de CA Sansão e Igreja FIV do Basa, matriarca com lactação de 10.948 kg de leite.

O arcabouço da genealogia de Brancura FIV do Basa conjuga a consistência leiteira da linhagem Brasília (Embaixador, Ravina, Meteoro, Função) com a exuberância produtiva de Jaguar TE do Gavião.

Como se não bastasse, Brancura está gestando produto que é fruto do acasalamento com Soberano FIV de Brasília (CA Sansão x Soja de Brasília). Acasalamento entre dois meio-irmãos, consanguíneos de Embaixador de Brasília, uma vez que Soberano é filho da Soja e Brancura é bisneta da Ravina. 

 

Lote dois-em-um ‘Melhor Que a Encomenda’ demandada pelos selecionadores focados em acelerar o melhoramento do Gir Leiteiro, ou pelos criadores que têm como objetivo a produção do Girolando Meio-Sangue Plus.

Na próxima quarta-feira, dia 29, o Leilão Melhor Que a Encomenda vai ofertar uma estrela de primeira grandeza no universo do Gir Leiteiro. Trata-se de Dotada FIV do Basa, bezerra que seu pedigree revestiu de aristocracia. Fruto doacasalamento de Teatro da Silvânia com Gregória FIV do Basa e neta da Fábrica, chama atenção o quilate de seus ascendentes.

 

Dotada FIV do Basa provém de quatro gerações de fêmeas notabilizadas pela avaliação genômica (Gregória FIV do Basa, 537 kg de GPTA, mãe; Fábrica FIV de Brasília, 598 kg de GPTA, avó; e Tática TE de Brasília, 367 kg de GPTA, bisavó). E é irmã materna de oito fêmeas classificadas como Top 10% para Produção de Leite, entre elas Bagé FIV do Basa, que detém a 3ª maior GPTA da raça: 802 kg.

O pai, Teatro da Silvania, além de ser aprovado pelo Teste de Progênie e de ostentar prestígio de melhorador, manifesta extraordinária capacidade de refinar ossatura. Há muito tempo considerado 'Supremo' na produção de Girolando, Teatro teve o título evidenciado ao produzir Marília FIV Teatro de Naylo, vaca Girolando Meio-Sangue, recordista mundial de produção de leite em um único dia, com a produção de 127,57 kg de leite, em três ordenhas, no dia 3 de agosto de 2019, durante o 34° Torneio Leiteiro de Areias (SP).

Fábrica, a avó de Dotada, maior referência do Gir Leiteiro quando o assunto é conceber filhas, netas e bisnetas producentes e com boa avaliação genômica, é detentora de elevada capacidade predita de transmissão gênomica (GPTA).

 

Esse empoderamento, garantido por herança genética, comprova que Dotada FIV do Basa é ‘Melhor Que a Encomenda’ demandada pelos selecionadores focados em acelerar o melhoramento do Gir Leiteiro, ou pelos criadores que têm como objetivo a produção do Girolando Meio-Sangue Plus.

 

Dotada FIV do Basa está ao seu alcance num só lance do leilão que ocorrerá depois de amanhã, às 20:30 h, com transmissão pelo Canal Terra Viva.

Animais de grande mérito genético produzem Gir Leiteiro e Girolando Meio-Sangue Plus 'Melhor Que a Encomenda' demandada pelo mercado, revelando que houve sabedoria na gênese do melhoramento

A seleção do Gir Leiteiro ao longo do tempo - quando ainda não se contava com o auxílio da ciência, e a intuição ou o pragmatismo, ou ambos, é que guiavam os acasalamentos - foi fundamentada na consanguinidade, na endogamia, com o objetivo de  aumentar a homozigose em alguns indivíduos destinados à função de genitores.

Com o aumento da homozigose, a consanguinidade apura a semelhança entre os indivíduos, o que pode contribuir para a fixação das características desejadas. Sabemos que a elevação da homozigose ocorre tanto para os genes dominantes quanto para os recessivos. No entanto, quando a homozigose ocorre para genes dominantes, os indivíduos assim obtidos, se forem acasalados com outros não consanguíneos, tendem a imprimir suas características com maior intensidade. É o que denominamos prepotência.

Luzíada de Brasília, uma matriarca suprema, tornou-se um exemplo incontestável do sucesso alcançado por intermédio de acasalamentos que privilegiam a consanguinidade. Além de referenciar a importância que esta consanguinidade exerce na fixação das características desejáveis, 

Luzíada permanece se consagrando através de suas descendentes como uma das formadoras de famílias que se destacam pela grande produção de leite e continua sendo um dos maiores símbolos da prepotência genética.

Hoje, os descendentes da Luzíada, machos e fêmeas, têm suas capacidades preditas de transmissão das características desejáveis avaliadas através do Teste de Progênie, para touros, e da genômica, para fêmeas. Como exemplos, podemos citar dois filhos – Diamante TE de Brasília (PTA 345 kg) e Platino de Brasília (PTA 303 kg)  – e uma bisneta, Floriana FIV Basa Pantanal (GPTA 322 kg), rês Top 20% para Produção de Leite que será ofertada no Leilão Melhor Que a Encomenda.

No Gir Leiteiro, as avaliações científicas são os meios que justificam os fins, e não o contrário. O conhecimento científico não tem ponto final. Portanto, mesmo após a adoção das avaliações científicas como ferramentas sinalizadoras dos acasalamentos que estão resultando na aceleração do melhoramento, perguntas precisam continuar a ser formuladas. Na ciência, a pergunta é a matéria cuja combustão produz a energia que proporciona o movimento; e essa energia é denominada conhecimento.

Entre as indagações a ser apresentadas aos cientistas existe uma que salta aos olhos:  por que, no uso dos touros, a ordem de alternância, quando aplicada corretamente, potencializa o desempenho da geração seguinte?
Com relevância semelhante à da “Pedra de Roseta”, as pesquisas e os experimentos que o Dr. Carlos Roberto Caldeira Brant realizou, além de fundamentar os resultados que são cruciais para iniciar a compreensão moderna do melhoramento do Gir Leiteiro, servem de base para  substanciar as respostas necessárias.
Porém, apenas pelo estágio de conhecimento atual, torna-se essencial que, na multiplicação do Gir Leiteiro e na produção do Girolando Meio-Sangue Plus, intercorra somente a genética de fêmeas relacionadas entre as superiores à média da avaliação genômica para produção de leite. E, sempre que for possível, que sejam privilegiadas as descendentes de matriarcas que apresentaram preponderância na transmissão das características desejáveis, pois só assim iremos produzir Gir Leiteiro e Girolando Meio-Sangue Plus ‘Melhor Que a Encomenda’ demandada pelas necessidades do mercado.

Floriana FIV Basa Pantanal e outras fêmeas detentoras desses atributos serão ofertadas no Leilão Melhor Que a Encomenda, evento que acontecerá no dia 29 de abril, com transmissão pelo Canal Terra Viva, e retransmissão pela Remate Web.

A produtividade do Gir Leiteiro está lastreada em animais que, além de ostentar evidente tipo leiteiro, se distinguem por apresentar em sua genealogia uma sólida base fincada no mérito genético

As características de conformação e manejo mostram que as gerações mais novas do Gir Leiteiro, com frequência, superam as mais velhas no aprimoramento do fenotípico funcional, principalmente quando a comparação é referenciada pelo sistema linear de avaliação. Essa evolução é corroborada pelo crescimento do potencial produtivo e da capacidade prevista de transmissão genômica para produção de leite.
O inegável tipo funcional e a substancial consistência genealógica para produção de leite apresentados por Buique FIV do Basa, rês que será ofertada no Leilão Melhor Que a Encomenda, são expressados na angulosidade das formas, que valoriza o tipo leiteiro apresentado; na consanguinidade de Caju de Brasília – pilar nas duas linhas do pedigree – que justifica a excelência na unidade produtiva – úbere moderno e funcional – bem como retrata o potencial produtivo do pai, Gengis Khan de Brasília, e dos dois avós: CA Sansão e Teatro da Silvania.
O Leilão Melhor Que a Encomenda, acontecerá no dia 29 de abril, com transmissão pelo Canal Terra Viva, e retransmissão pela Remate Web.

Em tempos de crise, menos é mais

 

Os pequenos e médios produtores de leite sempre formaram o pelotão que abastecia a linha de frente das grandes produtoras de laticínios, sobretudo as multinacionais. Entretanto, pouco a pouco eles vêm perdendo o espaço que um dia já tiveram como fornecedores do produto e, em contraste com as grandes fazendas-empresas, que desfrutam das benesses de um mercado que, para ser construído, contou com a sustentação deles, hoje estão lutando para sobreviver em meio à pandemia do coronavírus que assola o mundo.

 

O jornal Folha de S.Paulo noticiou, e o site MilkPoint reproduziu, o alerta do Dr. Glauco Rodrigues Carvalho, pesquisador da Embrapa Gado de Leite, no sentido de que “a concentração da produção e da industrialização do leite, um fenômeno que já vem ocorrendo na última década, deverá aumentar ainda mais com as dificuldades que o setor encontrará com a pandemia do coronavírus”. E continua: “O Brasil está um pouco mais atrasado nesse processo de concentração do que outros grandes produtores de leite, como Nova Zelândia e Estados Unidos. Esse processo, porém, poderá ser acelerado com o cenário atual, havendo uma redução no número de pequenos produtores e de indústrias de menor porte.”

O Dr. Glauco Carvalho destaca que o mundo vive algo sem precedentes na história, o que torna mais difícil uma previsão das consequências advindas da Covid-19.

 

A crise poderá ser ainda pior para os produtores que formam a base da pirâmide da produção de leite e, para superar esse desafio, uma das poucas alternativas que lhes resta é aumentar a produtividade de seus rebanhos. Produzir mais leite com menos vacas, o que resulta em redução de custos, é a melhor forma de enfrentar a crise e salvar a economia rural brasileira.

 

Leite com mais gordura, proteína e sólidos totais. De preferência que seja produzido a pasto, com vacas rústicas portadoras dos genes  Beta-caseina A2A2 (leite associado à redução nos processos de alergia a proteínas do leite e à maior facilidade de digestão) e de Beta-lactoglobulina BB (leite mais indicado para produção de derivados lácteos, o queijo por exemplo). O consumidor sairá mais exigente da ‘hibernação’, e o nicho de mercado do leite com essas características tende a crescer.

 

O aumento do desempenho produtivo está atrelado à sanidade do rebanho, à alimentação e, fundamentalmente, à excelência genética. Assim sendo, este é o momento de divulgar massivamente que a eficiência na produção só será atingida com a ajuda e a aplicação do conhecimento técnico-científico.

 

Quem quer produzir mais leite com um número menor de vacas, precisa estar atento ao fato de que multiplicar animais inferiores é uma atitude improdutiva e, mais que tudo, dispendiosa. As ferramentas criadas pela biotecnologia da reprodução são fundamentais para multiplicar indivíduos, diversificar a composição genética e diminuir o intervalo entre gerações. Porém, para que os resultados produtivos sejam pluralizados na mesma proporção, a excelência genética dos animais que serão reproduzidos é capital. Seja no cruzamento entre raças diferentes, como Gir Leiteiro e Holandês, ou no acasalamento de animais da mesma raça, mas de linhagens diferentes, a heterose e a complementaridade produtiva se manifestam com maior intensidade quando o casal é portador de genética superior.

 

Desta forma, para que os produtores possam usar com maior eficiência os recursos criados pela biotecnologia reprodutiva, é preciso acompanhar todas as informações científicas divulgadas pela ABCGIL e a Embrapa Gado de Leite, bem como é de suma importância prestar atenção nos animais que são ofertados nos leilões, pois entre eles há frutos do acasalamento entre genearcas detentores de grande mérito genético.

 

Uma dessas oportunidades se vislumbra no Leilão Melhor Que a Encomenda, que acontecerá no dia 29 de abril, com transmissão pelo Canal Terra Viva, e retransmissão pela Remate Web.

Natureza FIV do Basa, exemplar de elite do Girolando Meio-Sangue

 

Complementaridade produtiva. Duas palavras mágicas quando o objetivo do criador é buscar que uma vaca Girolando Meio-Sangue produza uma quantidade de leite que exceda o potencial de seu vigor híbrido.

 

Cientes disso, as Fazendas do Basa sempre fundamentaram a produção das F1 em acasalamentos que valorizam a consistência genética das famílias de Gir Leiteiro que se sobressaem pelo grande desempenho produtivo. E fazem isso com a base sólida das provas científicas que indicam quais são as fêmeas Gir Leiteiro com maior capacidade predita de transmissão genômica (GPTA) para produção de leite. 

 

O resultado desse aprimoramento contínuo por intermédio do pedigree se concretiza através de um excepcional exemplar da raça que formará um dos lotes do Leilão Melhor que a Encomenda. Trata-se de Natureza FIV do Basa, rês Girolando Meio-Sangue cuja genealogia dá conteúdo ao conceito ‘Meio-Sangue Plus’.

Na linha materna, além dos três touros melhoradores – Jaguar TE do Gavião, CA Sansão, Radar dos Poções – que foram usados na ordem de alternância correta para potencializar o desempenho da geração seguinte, Natureza FIV do Basa descende de quatro matriarcas de expressivas lactações: a mãe, Lorgana FIV do Basa, A2A2, 9.824 kg de leite; a avó, Alazã Cal, 9.082 kg de leite; a bisavó, Prateada TE Cal, 10.080 kg de leite; e Hidrólise Dalton Cal, 10.484 kg de leite.

 

Já o pai da Natureza FIV do Basa é nada menos que Bradnick, touro fora-de-série que conquistou prestígio mundial por ter produzido 27.213 filhas avaliadas e positivamente aprovadas para produção de leite. Ademais de fazer elevada produção de leite e de evidenciar o tipo leiteiro, a progênie do Bradnick destaca-se pela excelência do úbere (com força no ligamento central), pela estrutura das pernas e, principalmente, pela longevidade produtiva. Bradnick, filho do Sanchez, é genotipado A2A2 e apresenta 99% de confiabilidade. 

 

O produtor de leite, o criador de Girolando e o selecionador de Gir Leiteiro, cujo foco estiver voltado para a produção de leite economicamente rentável e para a multiplicação de animais com genética de qualidade superior, terão excelente oportunidade no Leilão Melhor Que a Encomenda, evento que acontecerá no dia 29 de abril, às 20:30 h, com transmissão pelo Canal Terra Viva.

Como se não bastasse produzir leite em grande quantidade e com muita qualidade, o Gir Leiteiro produz o Girolando Meio-Sangue Plus 

 

Associar qualidades que se complementam é a melhor fórmula para elevar a produtividade, e o Girolando Plus é a prova mais evidente do aumento na eficiência produtiva que resulta do cruzamento de dois animais de raças leiteiras diferentes, numa complementaridade entre dois portadores de consistência genética para grande produção de leite.

Uma das principais virtudes do Girolando é sua capacidade de se adaptar e manifestar eficiência produtiva em qualquer sistema de produção, em qualquer parte do território nacional. Esse protagonismo se deve aos trabalhos científicos visando o constante melhoramento do Gir Leiteiro, principalmente em relação ao aumento da produtividade, que se traduz na persistência de lactação, qualidade do leite, diminuição do intervalo entre partos e nos compostos lineares, que se refletem na qualidade do Girolando Meio-Sangue Plus.

O produtor de leite, o criador de Girolando e o selecionador de Gir Leiteiro, cujo foco estiver voltado para a produção de leite economicamente rentável e para a multiplicação de animais com genética de qualidade superior, terão uma oportunidade de ouro no Leilão Melhor Que a Encomenda, evento que acontecerá no dia 29 de abril, às 20:30 horas, com transmissão pelo Canal Terra Viva. 

Por que usar fêmeas Gir Leiteiro de grande mérito genético para produzir as Girolando Meio-Sangue Plus?

 

Está comprovado que uso de fêmeas Gir Leiteiro - que são filhas e netas de vacas que fazem grandes lactações e/ou que são avaliadas positivamente na capacidade previstas de transmissão genômica (GPTAs) para produção de leite - reflete de forma altamente positiva na produção de animais ‘F1’ e nos ganhos em heterose. Isso significa maior produção de leite.

As fêmeas Gir Leiteiro apresentam maiores taxas de produção de oócitos, de oócitos viáveis e de prenhez, além de permitir o uso imediato de touros genômicos da raça Holandesa.

 

A vaca Girolando Meio-Sangue Plus é ‘Melhor Que a Encomenda’ demandada pelo mercado e atende plenamente às necessidades dos produtores de leite.

No Girolando, para quem acredita na excelência genética, o futuro é agora

 

Para alguns criadores de Girolando o futuro já chegou. Os bons resultados que eles colherão em breve, e que não são frutos do acaso, indicam que o futuro é agora. 

 

Partindo da premissa de que é preciso produzir mais leite com menos vacas, esses criadores fundamentam a produção das F1 em acasalamentos que valorizam a consistência genética das famílias de grande desempenho produtivo.

E fazem isso apoiados nas provas científicas que indicam quais são as fêmeas Gir Leiteiro com maior capacidade predita de transmissão genômica (GPTA) para produção de leite. 

 

Assim nasceu a Girolando Meio-Sangue Plus: vaca ‘Melhor que a Encomenda’ demandada pelo mercado e que atende às necessidades dos produtores de leite.

Melhor que a encomenda

 

Para atender às necessidades econômicas, os produtores de leite buscam ter em seus rebanhos animais rentáveis, que apresentem grande produção de leite, sistema mamário longevo e eficiência reprodutiva lastreada na consistência genealógica. A longevidade, o desempenho produtivo e reprodutivo, e o úbere funcional, essência da vaca leiteira, são características que causam impacto positivo na eficiência da produção de leite e, consequentemente, na rentabilidade de uma propriedade.

 

Os avanços no melhoramento do Gir Leiteiro deram origem ao surgimento de vacas com grande mérito genético, que envelhecem com saúde, apresentam redução de tempo no intervalo entre partos, têm lactações de grande duração com elevada produtividade e, quando acasaladas com touros Holandeses, geram vacas Girolando Meio-Sangue Plus com essas qualidades, fêmeas que são imbatíveis na produção de leite a baixo custo em áreas tropicais. A vaca Girolando Meio-Sangue Plus é ‘melhor que a encomenda’ demandada pelo mercado e atende plenamente às necessidades dos produtores de leite.

Seleção genética do Gir Leiteiro produz vaca ‘Melhor que a Encomenda’ demandada pelo mercado, e atende às necessidades dos produtores de leite

 

Os solos do cerrado são, em sua maioria, pobres em fósforo assimilável, de baixa fertilidade devido à sua acidez, alto teor de alumínio e baixas concentrações de cálcio e magnésio. Essas características que impossibilitavam a prática da agricultura foram superadas com a correção do solo, que foi viabilizada pela incorporação das tecnologias de mecanização e de insumos químicos para anular os problemas de fertilidade. Agora, extensas plantações de milho, soja, feijão, arroz, algodão e trigo mudaram a paisagem. 

Essa nova realidade fez a pecuária, outrora extensiva, perder áreas de pastagem e ser relegada a terrenos acidentados, de difícil mecanização. Os custos de produção e a diminuição do tamanho das propriedades obrigam o produtor a produzir maior quantidade de leite com menor número de vacas. 

Mas, antes da introdução das tecnologias de correção do solo, o Gir já tinha influência avassaladora na produção de leite na região do cerrado e hoje são os animais com genética da raça que dão suporte aos pequenos e médios produtores para tornar a produção de leite atividade economicamente viável.

De forma eficiente, o Gir Leiteiro e o Girolando Meio-Sangue Plus estão conseguindo preencher a lacuna criada pelas realidades econômica e ambiental. Dados da Embrapa Gado de Leite mostram que a maior parte da produção leiteira do país é proveniente de rebanhos mestiços com algum grau de sangue Gir Leiteiro. A pasto, a produção média do Gir Leiteiro é de 3.600 kg de leite em 305 dias, o que corresponde a três vezes a média nacional, que é de 1.237 kg.

 

Com a produção que pode atingir a média de 30 kg de leite/dia e com a produção de sólidos no leite com valores médios de 4,2% de gordura e 3,1% de proteína, quantidade suficiente para produzir três peças de queijo com, aproximadamente, 1 kg cada uma, as vacas Girolando Meio-Sangue Plus viabilizam economicamente as pequenas propriedades. 

 

Na região da Serra da Canastra, área de cerrado localizada no oeste de Minas Gerais, 20 queijos por dia representam um faturamento médio/mensal de R$ 48 mil. São necessárias, aproximadamente, sete vacas Girolando Meio-Sangue Plus para proporcionar esse rendimento.

 

Partindo da premissa de que é preciso produzir mais leite com menos vacas, alguns selecionadores passaram a praticar o óbvio: produzir a Girolando Meio-Sangue somente com vacas Gir Leiteiro de grande mérito genético, que tenham a consistência genealógica das famílias comprovadamente leiteiras. Assim nasceu a Girolando Meio-Sangue Plus: vaca ‘Melhor que a Encomenda’ demandada pelo mercado e que atende às necessidades dos produtores de leite.

Clareza de pensamentos, a expansão do vírus...

Será que é tão difícil compreender que é impossível, inaceitável, deixar de fazer qualquer coisa que possamos fazer para reduzir a velocidade de expansão do vírus? Tem gente que não entendeu ainda que é improvável vida econômica normal ou em recuperação se não mostrarmos esforços para reduzir o contágio? Alguém imagina ser possível normalidade do funcionamento do comércio e indústria não essencial se tivermos centenas de milhares de infectados e muitas mortes? As famílias se comportariam sem protesto , sem paralisações? acham que se deixarmos de pelo menos TENTAR proteger vidas, alguém vai aceitar passivamente as perdas de mães, pais, avós, etc., etc 

Não acredito que exista alguém que acredita que ainda é possível recuperar a economia sem FAZER E PARECER QUE ESTÁ FAZENDO o esforço a seu alcance de preservação da saúde pública e de vidas!!! 

Alguém acredita que as famílias de todas as classes sociais ficarão caladas perdendo entes queridos e percebendo que as possibilidades de redução da contaminação não estão sendo acionadas por governos de qualquer nível? Alguém imagina que as famílias vão suportar algo parecido , descaso com saúde pública? 

Não acredito que pessoas que tenham um mínimo de informação sobre a realidade do Brasil e alguma imaginação sociológica não percebam que não há outro caminho senão defender QUALQUER medida ao alcance de autoridades para reduzir o ritmo de contaminação, a simultaneidade dos casos. 

Não é possível deixar em nenhum momento o conceito da prioridade quanto à saúde e, aí está incluída a proteção inteligente da produção de ALIMENTOS e sua distribuição, segurança alimentar, abastecimento do mercado interno, verdadeiras atividades essenciais. 

Infelizmente no setor de produção de alimentos no qual trabalho que é a produção de leite (mais de um milhão de produtores no Brasil) não vejo ainda medidas necessárias, práticas, eficientes e rápidas para preservar, proteger e garantir a continuidade produtiva desses heróis Brasileiros; os produtores de leite.

No Gir Leiteiro, os acasalamentos que miram a evolução produtiva são executados privilegiando a soma das três parcelas essenciais: pedigree (consistência genealógica) + fenótipo (úbere, pernas e pés funcionais) + genótipo (habilidades preditas de transmissão genômica para produção de leite e idade ao primeiro parto). 

 

Os resultados evidenciam famílias como a da “Fábrica”, com a geração mais nova quase sempre superando a mais velha em produtividade, o que faz com que alguns animais sejam a quarta geração de Fêmeas Top 10% para produção de leite, entre eles as três detentoras das maiores GPTA da raça.

 

Quem tiver interesse em agregar a seu rebanho a excelência genética transmitida  pela Fábrica tem uma grande oportunidade no Leilão  Melhor Que a Encomenda, evento que acontecerá no dia 29 de abril, às 20:30 horas, com transmissão pelo Canal Terra Viva. 

Produtividade eficiente


Quando se trata de produção leiteira, o primeiro passo para alcançar rendimento satisfatório, nos diversos sentidos desta expressão, é buscar a combinação de fatores que levem a uma produtividade eficiente obtida com um custo de produção que justifique sua continuidade.


O cruzamento entre o Gir Leiteiro de grande mérito genético e o Holandês, com as qualidades de uma raça complementando a outra, já se revelou inconteste quando se busca rendimento e custo racional de produção. Até porque as qualidades paterna e materna se manifestam, frequentemente, com superioridade nos filhos. Essa constatação aglutinou um grupo de criadores apaixonados pelo gado de leite que, assimilando e reconhecendo a importância de produzir um Girolando Meio-Sangue ‘Superior’, preconiza o alto rendimento ao invés de puramente a alta lactação, e estão premiando o mercado com o Girolando Meio-Sangue Plus, gerado somente com vacas Gir Leiteiro, filhas, netas e bisnetas de touros aprovados pelo Teste de Progênie e descendentes de vacas de excepcional desempenho produtivo.

Assim nasceu a Girolando Meio-Sangue Plus: vaca "Melhor que a Encomenda" demandada pelo mercado e que atende às necessidades dos produtores de leite, pois é detentora da capacidade de se adaptar e manifestar eficiência produtiva em qualquer sistema de produção, em qualquer parte do território nacional.

O produtor de leite, o criador de Girolando e o selecionador de Gir Leiteiro, cujo foco estiver voltado para a produção de leite economicamente rentável e para a multiplicação de animais com genética de qualidade superior, terão uma oportunidade de ouro no Leilão Melhor Que a Encomenda, evento que acontecerá no dia 29 de abril, às 20:30 horas, com transmissão pelo Canal Terra Viva. 

Caapora FIV do Basa representa a quarta geração da dinastia que sobressai no Sumário de Fêmeas Top 10% para produção de leite. Ela é filha de Jaguar TE do Gavião, touro que pode ser considerado supremo, visto que ele prova ser a melhor alternativa para padrear as filhas de pais melhoradores, neta de C.A Sansão e bisneta de Modelo TE de Brasília.

 

Além de ser descendente de um triunvirato de touros melhoradores que obedeceram à ordem de grandeza para construir a sua genealogia, Caapora FIV do Basa também ostenta o status de neta da Fábrica, hoje a maior referência do Gir Leiteiro quando o assunto é conceber filhas, netas e bisnetas producentes e com boa avaliação genômica. Ostentar o status de descendente de tão ilustre matriarca realça o mérito genético de qualquer rês. 

Para que o melhoramento seja constante, as vacas de alta produtividade e formadoras de famílias devem ser acasaladas com touros que, ademais de serem aprovados pelo Teste de Progênie, sejam efetivamente melhoradores.

Contudo, o pragmatismo em relação à evolução mostra que a obra de melhoramento só se consolida a partir do momento em que outro touro melhorador entra no programa de acasalamento para construir a geração seguinte, a ascendência que pode ser considerada aperfeiçoada, uma vez que é detentora de maior consistência genética para produzir muito leite. Também mostra quais são os touros e em qual ordem de alternância eles devem ser empregados nos acasalamentos para potencializar o desempenho produtivo da geração seguinte.

Lusitano do Basa, pai Djamila, é um desses touros, pois ele fez mais que produzir fêmeas positivas para produção de leite: tornou-se pai de Fêmeas Top 10%.

Componente do 31º grupo do Teste de Progênie, cujos resultados serão liberados em 2023, Lusitano descende de Supra-Sumo de Brasília, touro de linhagem aberta que se notabiliza pela grandiosidade da PTA para produção de leite (351 kg) e baixo coeficiente de parentesco médio (2,78).

Em termos de complementaridade, o pedigree de Lusitano do Basa reveste o touro de um atributo que é essencial: mãe e avó materna de alto desempenho produtivo e aprovadas pela avaliação de genômica com o status de Top 10% para produção de leite. A mãe do Lusitano é Ibiuna FIV de Brasília, detentora de 366 kg de GPTA, que é filha da Tática TE de Brasília, detentora de 367 kg de GPTA.

O selecionador que se preocupa com o melhoramento do rebanho e, ao mesmo tempo, busca uma oportunidade de investimento certeiro, tem agora a oportunidade de encher os olhos com Djamila FIV do Basa, um dos lotes do Leilão Melhor Que a Encomenda, evento que acontecerá no dia 29 de abril, com transmissão pelo Canal Terra Viva.

O Teste São Tomé, evento que movimentou o parque de exposições de Leopoldina (MG), nos dias 13 e 14 de março, e atraiu os produtores de leite interessados em conhecer o potencial produtivo e reprodutivo do Gir Leiteiro de excelência genética, teve como um dos destaques Pedreira FIV Kubera (Jaguar TE do Gavião x Filipina TE Kubera).

Em lactação aferida oficialmente, Pedreira produziu 10.382 kg de leite em 365 dias, média de 28,44 kg de leite/dia. Durante o Teste São Tomé, ela repetiu o feito: no primeiro dia de ordenha e pesagem pública, em três ordenhas, Pedreira produziu 27,6 kg de leite. No segundo, mais acostumada com a presença do público, nas três ordenhas realizadas, ela produziu 32 kg de leite, perfazendo a  média diária de 29,8 kg de leite.

Quem tem o propósito de ter uma rês com a consistência genealógica e o potencial produtivo da Pedreira, poderá realizar a intenção no Leilão Melhor Que a Encomenda, remate em que será comercializada Djamila  FIV do Basa  (Lusitano do Basa x Pedreira FIV Kubera).

A avaliação genômica de fêmeas jovens e adultas evidenciou a superioridade genética de alguns touros que ainda estão participando do Teste de Progênie, com resultados a serem liberados nos próximos anos.

Destoada FIV do Basa, Demasia FIV do Basa, Discípula FIV do Basa e Desvendada FIV do Basa são quatro bezerras que refletem a aceleração proporcionada pela ciência no melhoramento do Gir Leiteiro e que serão ofertadas no Leilão Melhor Que a Encomenda.

 

As pesquisas desenvolvidas pela Universidade de São Paulo (USP) sobre “Estratégias para melhorar a produção in vitro de embriões de doadoras jovens da raça Gir (Bos indicus)” resultaram na produção de embriões de alto valor genômico. 

Os estudos científicos foram norteados para viabilizar a produção de embriões de doadoras jovens de elevado mérito genético, com a finalidade de diminuir o intervalo de gerações e acelerar o ganho genético e produtivo dos rebanhos.

 As Fazendas do Basa deram o suporte necessário ao trabalho da USP e disponibilizaram seu rebanho à Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ USP) para a realização do projeto de pesquisa, possibilitando a avaliação e comparação da eficiência de bezerras, novilhas púberes e vacas na produção in vitro de embriões. 

O projeto constituiu o tema da dissertação de mestrado da MSc. Flávia Morag Elliff, orientada pelo Professor Doutor Pietro Sampaio Baruselli.

O apoio dado pelas Fazendas do Basa culminou com o nascimento de bezerras filhas de Fêmeas Jovens Top 10% para Produção de Leite, entre elas as quatro que irão compor um dos lotes do leilão. 

 

Destoada, Demasia e Discípula fazem parte da aristocracia leiteira, uma vez que - além de netas da Fábrica, maior referência do Gir Leiteiro quando o assunto é conceber filhas, netas e bisnetas producentes e com boa avaliação genômica - são frutos dos acasalamentos de Jaguar TE do Gavião com Ariela FIV do Basa, 641 kg de GPTA, Albertina FIV do Basa, 384 kg de GPTA, Bravata FIV do Basa, 435 kg de GPTA, respectivamente. 

Desvendada completa o quarteto. Filha de Supra-Sumo de Brasília, ela descende de quatro gerações de fêmeas evidenciadas pela avaliação genômica: Anete FIV do Basa, 579 kg de GPTA, mãe; Justa FIV do Basa, 604 kg de GPTA, avó; Fafá FIV de Brasília, 201 kg de GPTA, bisavó; e Tática TE de Brasília, 367 kg de GPTA, trisavó.

Esse quarteto, que é Melhor Que a Encomenda demandada pelos selecionadores focados em antecipar o melhoramento, está ao seu alcance num só lance. 

Genética de qualidade superior é fundamental para o melhoramento do rebanho leiteiro

 

O potencial produtivo do Gir Leiteiro, e por consequência do Girolando, normalmente se torna elevado quando está lastreado em animais que se distinguem por apresentar em sua genealogia uma sólida base fincada na consistência leiteira.

 

Prova disso é o Lusitano do Basa (Supra-sumo de Bras x Ibiúna FIV de Bras), touro que compõe o 31º grupo do Teste de Progênie, com resultados que serão liberados em 2023. 

 

Lusitano teve sua eficácia como reprodutor comprovada pela avaliação genômica de fêmeas e tem três filhas inscritas como Top 10% para Produção de Leite no Sumário Brasileiro de Fêmeas 2019.

 

No Leilão Melhor Que a Encomenda, evento que acontecerá no dia 29 de abril, com transmissão pelo Canal Terra Viva, serão ofertadas cinco filhas do Lusitano do Basa. Uma delas é Canária do Basa, bezerra que, além de ser neta materna de CA Sansão e bisneta de Jaguar TE do Gavião, ostenta o prestígio de descendente da Ordenha TE de Brasília.

Os animais com prepotência genética quase sempre transmitem suas características com maior intensidade, permitindo que as gerações mais novas tenham maior capacidade predita de transmissão genômica (GPTA) para produção de leite

Moeda corrente entre os primeiros selecionadores, os acasalamentos consanguíneos foram fundamentais para a constituição do rebanho Gir Leiteiro, contribuindo para fixação de atributos considerados desejáveis, entre eles a grande produção de leite em úberes funcionais e a persistência de lactação.

Essa obra dos pioneiros recebeu o toque final, em termos genéticos, quando o Dr. Carlos Roberto Caldeira Brant apresentou aos giristas um de seus grandes feitos: o touro Jaguar TE do Gavião.

Carlos Roberto Caldeira Brant teve um curto espaço de tempo como selecionador, mas foi o suficiente para realizar um trabalho minucioso e nos deixar um legado de valor inestimável: a linha mestra para o estudo da capacidade de algumas vacas em transmitir os genes da produtividade e promover o melhoramento do Gir Leiteiro.

 

Montado o quebra-cabeça, Caldeira Brant utilizou os conhecimentos adquiridos para se tornar um notório produtor de touros melhoradores, mas, a partir daí, por falta de novos visionários, a seleção perdeu o glamour que existiu na gênese. Hoje, os Sumários de Touros e de Fêmeas, publicações da ABCGIL/Embrapa Gado de Leite, são as únicas ferramentas existentes para referendar os acasalamentos que fazem o sequenciamento do trabalho de seleção.

Entretanto, a casualidade ainda faz surgir alguns animais que são frutos de acasalamentos que apresentam um viés ‘vintage’, pois possuem a estrutura genealógica clássica e de excelente qualidade que remete à filosofia da consanguinidade empregada pelos selecionadores do século passado.
Um desses animais é  Darlim FIV do Basa, Fêmea Jovem Top 10% para Produção de Leite que o Condomínio Basa-Via Láctea ofertará no Leilão Melhor Que a Encomenda, no dia 29 de abril, com transmissão pelo Canal Terra Viva.

Darlim FIV do Basa é consanguínea de 'Jaguar Velho', padreador que sustenta as linhas baixa e alta do seu pedigree. Essa consanguinidade fixou a preponderância genética de Baroneza 3R. Além disso, e por complementaridade, na composição do DNA de Darlim FIV do Basa estão presentes os genes de duas grandes mães de touros:Umidade da Cal e Elfac Nata Lageado. Isso, sem contar o temperamento linfático de Radar dos Poções.


Filha de Jaguar TE do Gavião, Darlim FIV do Basa (551 kg de GPTA) superou a mãe, Nívia FIV F Mutum (465 kg de GPTA), e a avó, Fécula TE F Mutum (444 kg de GPTA), na capacidade predita de transmissão genômica para produção de leite.
Esses números também são reflexos da preponderância genética herdada da  bisavó da Darlim FIV do Basa, a matriarca Palma F Mutum (Teatro da Silvania x Tutela 3R B. Monte) 9.111 kg de leite, que é neta materna e paterna de filhas do 'Jaguar Velho'.

Adicionar variabilidade genética à consistência genealógica das famílias que fazem grande produção leiteira é o recurso existente para evitar as consequências prejudiciais da endogamia. Além disso, a variabilidade bem empregada tem repercussão positiva no desempenho produtivo do Gir Leiteiro, estendendo-se ao Girolando Meio-Sangue Plus.

Um exemplo perfeito para ratificar o que afirmamos está na construção do pedigree que resultou no surgimento de Delta do Basa, bezerra que será ofertada pelo Condomínio Basa-Via Láctea no Leilão Melhor Que a Encomenda, dia 29 de abril, com transmissão pelo Canal Terra Viva.

Para além de ostentar o prestígio de ser neta da Fábrica FIV de Brasília e de ser descendente de um triunvirato de fêmeas Top 10% para Produção de Leite, Delta do Basa, na linha alta, é neta de Radar dos Poções e bisneta de Zoobia Triunfo Cal.

 

Os genes de Radar e Zoobia agregam temperamento linfático, reforçam o vigor da consistência leiteira, estimulam a heterose provocada pelo cruzamento de linhagens diferentes, além de minimizar as possibilidades de a endogamia ultrapassar o índice de parentesco médio permitido.

@ 2020