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Novos Prefeitos: produção de leite nos municípios, geração de renda e emprego

8 de jun. de 2021
2 min de leitura

Na maior parte dos municípios do Brasil (quase 5.600) os prefeitos deveriam dar atenção especial aos produtores de leite, em particular pequenos e médios empresários rurais. É quase impossível substituir os empregos que a produção de leite gera. Em um País no qual não essa preocupação pelo governo federal e pelos estaduais, em geral, sobra para os municípios a tarefa.

Poucos se preocupam com isso. Pensando no Gir Leiteiro, acho que devo fazer essa postagem. ​ Não há prejuízo para outras ideias que possam contribuir com seus conterrâneos, em cada município. Ideias sobre o que pode ser feito devem circular pois o País caminha para o aumento dos miseráveis e do subemprego. Os números são impressionantes. Pesquisar é preciso. Os prefeitos que queiram iniciar uma atenção para o assunto podem estimular que produtores de leite tenham melhor assistência técnica. Tudo é importante, pouco adianta se não houver destaque para melhoramento genético. Sugiro algo simples apenas para começar: o prefeito (ou outro líder) do município deve reunir o Sindicato Rural, a Associação Comercial, o Senar local, idem o Sebrae, a Cooperativa, os Lacticínios mesmo pequenos, alguém da Faculdade de Veterinária ou Zootecnia existente, Escola Técnica, técnicos da EMATER, da Epamig ou empresas estaduais de pesquisa, lideranças dos produtores etc., etc. ​ O tema pode ser: como dar suporte a nível municipal aos produtores de leite, o que pode ser feito. ​ Não devemos ter medo ou achar inconveniente enfrentar os problemas. Na reunião os cuidados certamente serão tomados. Fazendas colaboradoras com o TESTE de progênie da ABCGIL (Gir Leiteiro) poderão ser apoiadas e são um ótimo sinal para a gestão municipal, indicativo de que já existe interesse no futuro da atividade. A Câmara de Vereadores também pode sediar uma iniciativa. Todos na luta por emprego e renda, subprodutos do leite, atividade Patriótica.

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